Com a Amazônia no centro do mundo, a COP30 será um teste decisivo para transformar promessas climáticas em compromissos reais. Para a Aliança Brasil NBS, esse é o momento de unir território, investimento e política pública em torno de um objetivo comum: frear a crise climática.

Julie Messias, diretora executiva da Aliança, tem destacado a necessidade de reconhecer e valorizar a contribuição de diferentes atores — inclusive do setor privado — para as metas climáticas do país. “É importante que o Brasil reconheça a contribuição do setor privado para o alcance das metas da NDC brasileira, valorizando os investimentos realizados em soluções baseadas na natureza.”

Outro ponto central é a valorização das práticas que já existem nas comunidades e territórios tradicionais. “Não podemos falar de inovação sem olhar para as práticas que já existem nas comunidades. A bioeconomia começa ali.”

Por fim, a Aliança aposta no diálogo como caminho para resultados duradouros. “O processo depende de diálogo e construção conjunta entre governo, sociedade civil e setor privado.” A COP30, ao ser realizada na Amazônia, deve ser palco para que esse diálogo se traduza em políticas e investimentos concretos.

Mais do que um evento diplomático, a conferência em Belém será uma oportunidade para o Brasil mostrar liderança real e reposicionar seus ativos ambientais como parte da solução climática global.

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