A Aliança Brasil NBS participou, nos dias 7 e 8 de maio, de uma agenda institucional com a Secretaria Extraordinária de Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, em Brasília. A reunião teve como foco o diálogo sobre como os aprendizados do mercado voluntário de carbono podem contribuir com a implementação do mercado regulado no Brasil.
Pela Aliança Brasil NBS, participaram a Diretoria Executiva e membros de empresas que integram o board da instituição. Pela SEMC, estiveram presentes diretores, coordenadores e técnicos da Secretaria, em uma agenda marcada pela troca de informações e pelo aprofundamento técnico sobre o tema.
A Diretora de Assuntos Estratégicos da SEMC, Teresa M. , ressaltou que a iniciativa
“marca não apenas o diálogo e a participação dos mais diversos setores na construção do mercado regulado de carbono, como também a busca pelo conhecimento de iniciativas, riscos e aprendizados ligados a soluções e problemas nitidamente brasileiros”.
Durante o encontro, a Aliança Brasil NBS apresentou contribuições sobre mercado voluntário de carbono e soluções baseadas na natureza, abordando temas como due diligence fundiária, padrões de certificação, MRV, tipologias NBS, como REDD+, ARR e ALM, e a integração do mercado voluntário com o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões.
Para Julie Messias, diretora executiva da Aliança Brasil NBS, a agenda foi uma oportunidade importante de diálogo institucional e de troca técnica com a SEMC.
“A reunião com a Secretaria Extraordinária de Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda foi uma oportunidade importante para apresentar a experiência da Aliança Brasil NBS na construção e fortalecimento do mercado voluntário de carbono no país. Esse é um tema central para o Brasil, especialmente no momento em que avançamos na regulamentação do mercado e buscamos construir pontes entre as iniciativas que já existem e as políticas públicas em desenvolvimento”, afirmou Julie Messias.
A agenda também reforça a importância da aproximação entre poder público, setor privado e organizações que atuam diretamente na agenda climática. Para a Aliança Brasil NBS, o diálogo institucional é essencial para que o Brasil avance de forma consistente na construção de um mercado regulado de carbono capaz de gerar oportunidades ambientais, econômicas e sociais.

